O guardião e o Guarda-chuva

Esse jogo "Conte a história" aconteceu em 2015 no facebook, o objetivo era continuar uma história da pessoa que te indicou e para você indicar outra para continuar. Eu participei de uma e acabei até fazendo um desenho, como apaguei o meu blog antigo perdi outras partes do texto, porém essa história nem chegou a ser finalizada mesmo, então meus caros se vocês quiserem dar um fim nela podem ficar a vontade e ficaria muito feliz se vocês postarem aqui! 


Gênero: Aventura fantástica


Titulo: O guardião e o Guarda-chuva


Willian Pessoa  (A pessoa que começou)

Era manhã de sábado, Erick Górki esperava impacientemente pelo trem que levaria a mais um dia de trabalho.
Erick é um jovem bancário, atua em um dos maiores bancos de sua cidade.Erick ouve anunciar nos auto falantes que haverá um atraso nos trens da linha 227, o jovem não acredita que chegará atraso em seu trabalho, estressado senta-se em um banco...

Anderson Dos Santos (Um amigo que no fim me indicou)

Ele começa achar estranho que as pessoas não deem atenção a garota, usando roupas tão espalhafatosas, seria ela de algum grupo de teatro ou era apenas alguma moda nova?
... Por um momento o chapéu parece ter se mexido sozinho ...
O apito de um trem se aproxima, parece que o atraso não foi significante, alias de fato, estava no horário. 
Então porque do anuncio, seria algum engano?
As pessoas não começaram a se aproximar da linha amarela de embarca. Todas se mantinham afastadas do local, contrario ao costume em que se empilham a borda da linha para embarcarem logo. Ninguém parecia interessado em embarcar, apenas a garota com o chapéu que parecia longas orelhas de coelho esperava a borda da plataforma...
... O chapéu parece ter se mexido de novo ...
"Não é possível", ele pensou, devia estar cansando, vendo coisas. Ele pensa em se aproximar discretamente da garota para confirmar, mas nesse momento, o trem chega, não puxado pelo costumeiro bloco de ferro vermelho, mas sim uma locomotiva clássica, apitando e soltando fumaça para todo lado. 
Erick todo confuso olha ao redor, e percebe que as pessoas sequer se importa com tais diferenças da rotina, ninguém sequer parece notar, não conseguem ver, nem o trem exótico, a fumaça, a garota ou ele.
O trem vai diminuindo a velocidade aos poucos e se "aconchegando" na estação. Os vagões, feitos de madeira decoradas, como na era vitoriana abrem automaticamente suas portas. 
A garota com chapéu de orelhas de coelhos embarca. 
Ele contrariando toda lógica e sanidade que se esperaria em uma ocasião assim, a segue, embarcando no trem assombroso de rumo incerto.

Juliana Rodrigues (Euzinha aqui)

Quando entrou no trem viu várias mulheres do mesmo perfil da garota de chapéu de coelho, todas usavam um traje grosso de lã marrom, a única diferença era que não usavam o chapéu de coelho, apenas usavam um chapéu simples e normal.
Todas tinham a mesma feição, pareciam clones de tão iguais. Erick olhou em todos os lados, mas nada daquela garota do chapéu de coelho. De repente ele escuta um alarme agudo e uma parada brusca do trem, ao olhar a porta se abrir seu olhar se encontra com a tal garota misteriosa do chapéu de coelho...

Bárbara Salles (Eu que indiquei)

Uma estação de trem, um senhor e um guarda-chuva.Em meio a murmúrios de protestos dos cidadãos descontentes pelo atraso, ele nota um vulto indo em direção aos trilhos, passando por entre as pessoas na estação. Curioso ele aguça o olhar e percebe a silhueta de uma mulher metida em um traje grosso de lã marrom e usando um chamativo chapéu na forma de orelhas de coelho.Ela resolvera parar, como se esperasse o próximo ponto e não o de onde estavam. Por segundos ele percebeu que ela não olhava exatamente para ele e sim para um mapa do trem, que estava na parede, atrás de onde ele havia se sentado. O mapa parecia um pouco antigo e bem peculiar, um papel amarelado e os desenhos aparentavam ter sido feitos à mão, mesmo sendo muito diferente do comum mapa dos trens que ele sempre encarava ao ir e voltar do trabalho, não deu muita bola, queria examinar novamente a garota. No segundo que ele olhou para trás para confirmar onde é que a garota olhava fixamente, ele a perdeu de vista, porque muitas pessoas entraram. O trem começou a se mexer e por um momento ele percebeu que agora também tinham homens naquele vagão. As mulheres pareciam ser todas de um tipo, mas os homens tinham dois tipos.Uns eram grandes, cheiinhos,  de ombros largos e vestiam calças grossas de um tom de verde bem escuro. Outros, por outro lado eram um pouco contrariados, mais magros e altos, estes vestiam calças pretas, não muito grossas, mas um casaco de cor bege um pouco mais escuro, quase marrom e na gola, podia ver uma textura como pele de carneiro.Erick conseguiu ver esses detalhes pequenos dos dois tipos dos poucos homens presentes em meio a muitas mulheres parecidas. Todos pareciam trabalhar em um mesmo lugar e as roupas serem como uniformes. Ele olhava entre as pessoas, movendo o corpo, para cima, para baixo e para os lados, procurando a garota. As pessoas a sua volta, começaram a se afastar, pelo menos ali ele sabia que estava sendo notado.Ele percebeu que o trem diminuíra a velocidade, segurou então fortemente seu guarda-chuva de um tom de roxo bem escuro, não gostava da cor, mas usava por ter ganho de sua mãe no último aniversário. Quando se levantou o trem parou bruscamente, ele quase caiu, sua sorte era de estar perto da porta, podendo assim sair logo, em meio a quase todas as pessoas.Ao sair, ele olhou estranho para o local. Não aparentava mais fazer parte da comum cidade...


Jucha

Sonhadora, ilustradora e designer, ama miojo com nuggets, adora um bom livro de fantasia, louca pela franquia The Legend of Zelda, "Felícia" para os animalzinhos e super fã do lobo guará.